O vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff [PT], Michel Temer, presidente nacional do PMDB não tem conseguido manter o partido unido. A cada dia cresce o número de dissidências na eleição presidencial. O segundo turno deixou mais claro o tamanho da diversidade da legenda. O desempenho de José Serra [PSDB] na primeira etapa do pleito e o fim de disputas políticas estaduais incentivaram uma guinada do partido em alguns estados.
Em Santa Catarina, a banda maior do PMDB está com José Serra [PSDB] desde o início da campanha. Luiz Henrique, ex-governador e senador eleito pelo PMDB, trabalha ao lado do PSDB desde 2003.
O PMDB gaúcho decidiu esta semana o voto em Serra. O ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça e o ex-governador Germano Rigotto também aderiram à candidatura do tucano.
No Mato Grosso do Sul, o governador reeleito André Puccinelli é outro peemedebista que, junto com seus aliados em nível estadual, votará no segundo turno com Serra por causa da polarização eleitoral no estado.
Além dos dissidentes de última hora, Serra também tem, há mais tempo, parceiros mais antigos no PMDB, como o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos e parte do peemedebistas de São Paulo
O senador Valdir Raupp, vice-presidente do PMDB, minimiza as divergências, como no Rio Grande do Sul: “Lá já havia problema com o PT local, assim como em Mato Grosso do Sul. São os dois estados mais problemáticos, além de Santa Catarina”. Para Raupp, são casos pontuais.
O senador gaúcho Pedro Simon [PMDB] se diz desiludido com a situação de seu partido. “O problema é a maldita procura da governabilidade. A aliança com o PMDB significa conseguir maioria. Em troca, o FHC foi se vendendo. O Lula foi se vendendo”. Simon, aliás, faz parte de outra facção minoritária em seu partido: a que votou em Marina Silva [PV] no primeiro turno. E ainda não decidiu seu voto para o segundo.
Em Santa Catarina, a banda maior do PMDB está com José Serra [PSDB] desde o início da campanha. Luiz Henrique, ex-governador e senador eleito pelo PMDB, trabalha ao lado do PSDB desde 2003.
O PMDB gaúcho decidiu esta semana o voto em Serra. O ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça e o ex-governador Germano Rigotto também aderiram à candidatura do tucano.
No Mato Grosso do Sul, o governador reeleito André Puccinelli é outro peemedebista que, junto com seus aliados em nível estadual, votará no segundo turno com Serra por causa da polarização eleitoral no estado.
Além dos dissidentes de última hora, Serra também tem, há mais tempo, parceiros mais antigos no PMDB, como o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos e parte do peemedebistas de São Paulo
O senador Valdir Raupp, vice-presidente do PMDB, minimiza as divergências, como no Rio Grande do Sul: “Lá já havia problema com o PT local, assim como em Mato Grosso do Sul. São os dois estados mais problemáticos, além de Santa Catarina”. Para Raupp, são casos pontuais.
O senador gaúcho Pedro Simon [PMDB] se diz desiludido com a situação de seu partido. “O problema é a maldita procura da governabilidade. A aliança com o PMDB significa conseguir maioria. Em troca, o FHC foi se vendendo. O Lula foi se vendendo”. Simon, aliás, faz parte de outra facção minoritária em seu partido: a que votou em Marina Silva [PV] no primeiro turno. E ainda não decidiu seu voto para o segundo.
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