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| Foto: aldair dantas |
O livro "Carta ao Humano" que foi lançado pelo deputado e jornalista Agnelo Alves, ontem à noite, é o terceiro de uma série iniciada há quatro anos e não significa que ele esteja, aos 79 anos, aposentando-se na lide de contar, analisar e interpretar as coisas do cotidiano e da política do Rio Grande do Norte. Agnelo Alves disse ontem, na noite de autógrafos, "que vem mais coisa por ai". "Vou continuar escrevendo como um jornalista vocacionado e um político eventual".
Ao lançamento do livro, na Livraria Siciliano do Midway Mall, compareceram, por exemplo, a governadora Rosalba Ciarlini, para quem o livro mostra que o autor teve a capacidade, nos anos da ditadura militar, de lutar pela liberdade.
Já o vice-governador Robinson Faria disse que o livro "era um acervo, uma coletânea muito importante de uma pessoa que convive com a política do Rio Grande do Norte". Para o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ricardo Motta, quem lê a obra, "vai se deliciar com a inteligência do autor", que soube muito bem "narrar cada episódio" vivenciado durante o tempo retratado no livro.
O jornalista Paulo Tarcísio Cavalcanti afirmou que o livro começa destacando um fato importante da política norte-riograndense, que foi a sucessão do governador Cortez Pereira. "Em maio de 1974, Agnelo já antecipava que Tarcísio Maia ou Djalma Marinho, podia ser o novo governador do Estado".
Cavalcanti contava na fila, enquanto aguardava a vez de Agnelo Alves autografar seu exemplar, que naquele ano começava a debacle da ditadura militar. Isso porque só havia uma vaga para senador e Agenor Maria, que era do MDB, acabou sendo eleito derrotando Djalma Marinho, candidato do regime militar.
Amigo de longas datas de Agnelo Alves, o conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado(TCE), Manoel de Brito, disse que o livro "é uma referência para a história política do Rio Grande do Norte". Também estiveram na Siciliano o ex-prefeito Carlos Eduardo, filho do autor; dona Celina Alves, o diretor Administrativo e de Operações da TRIBUNA DO NORTE, Ricardo Alves; o conselheiro do TCE, Paulo Roberto; o prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, entre outros políticos e parentes do jornalista Agnelo Alves, como a irmã madre Alves, os deputados José Dias, Luiz Antonio de Farias, Fábio Dantas; o ex-governador Iberê Ferreira de Souza; o procurador geral do Estado, Manoel Onofre de Souza Neto ex-deputado Antonio Câmara.
Agnelo lembra que a coluna era diária e no espaço ele escrevia sobre assuntos do cotidiano, como futebol (Agnelo é torcedor do ABC), o aniversário de uma pessoa importante, "mas aproveitava para dar uma facadinha no regime militar" que cassara os direitos políticos dele por 10 anos.
Já o vice-governador Robinson Faria disse que o livro "era um acervo, uma coletânea muito importante de uma pessoa que convive com a política do Rio Grande do Norte". Para o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ricardo Motta, quem lê a obra, "vai se deliciar com a inteligência do autor", que soube muito bem "narrar cada episódio" vivenciado durante o tempo retratado no livro.
O jornalista Paulo Tarcísio Cavalcanti afirmou que o livro começa destacando um fato importante da política norte-riograndense, que foi a sucessão do governador Cortez Pereira. "Em maio de 1974, Agnelo já antecipava que Tarcísio Maia ou Djalma Marinho, podia ser o novo governador do Estado".
Cavalcanti contava na fila, enquanto aguardava a vez de Agnelo Alves autografar seu exemplar, que naquele ano começava a debacle da ditadura militar. Isso porque só havia uma vaga para senador e Agenor Maria, que era do MDB, acabou sendo eleito derrotando Djalma Marinho, candidato do regime militar.
Amigo de longas datas de Agnelo Alves, o conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado(TCE), Manoel de Brito, disse que o livro "é uma referência para a história política do Rio Grande do Norte". Também estiveram na Siciliano o ex-prefeito Carlos Eduardo, filho do autor; dona Celina Alves, o diretor Administrativo e de Operações da TRIBUNA DO NORTE, Ricardo Alves; o conselheiro do TCE, Paulo Roberto; o prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, entre outros políticos e parentes do jornalista Agnelo Alves, como a irmã madre Alves, os deputados José Dias, Luiz Antonio de Farias, Fábio Dantas; o ex-governador Iberê Ferreira de Souza; o procurador geral do Estado, Manoel Onofre de Souza Neto ex-deputado Antonio Câmara.
Agnelo lembra que a coluna era diária e no espaço ele escrevia sobre assuntos do cotidiano, como futebol (Agnelo é torcedor do ABC), o aniversário de uma pessoa importante, "mas aproveitava para dar uma facadinha no regime militar" que cassara os direitos políticos dele por 10 anos.

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